Vivendo intensamente os últimos capítulos de um livro bom. Tentando prolongar o tempo, que passa voando, enquanto nós nos arrastamos por aí. Juntos.
Amando cada pedaço teu. Cada olhar, beijo, palavra. Amando os seus defeitos, seu estresse, sua ansiedade. Amando as mensagens de bom dia e cada "durma bem", à noite. Sua preocupação em não me ferir, suas tentativas de me fazer feliz.
Desobedecendo o seu pedido e te implorando pra sair comigo, pra ficar aqui.
Tentando aceitar a realidade. Te soltando. Vai! Seja feliz, amor.
Nos últimos capítulos de um livro bom, que espero reler, um dia. De forma mais madura, talvez, mas com o mesmo carinho de hoje.
domingo, 28 de outubro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
"Eu sei que, na verdade, eu não consigo entender o nosso amor
Que o teu silêncio fala alto no meu peito
E que nós dois estamos juntos na distância
Discrepância do destino!
Ziguezagueando zonzo de te procurar
Eu tranco, no meu pranto, canto alto de euforia
Que eu queria te cantar
Guardo pra mim
Deixa estar..."
Que o teu silêncio fala alto no meu peito
E que nós dois estamos juntos na distância
Discrepância do destino!
Ziguezagueando zonzo de te procurar
Eu tranco, no meu pranto, canto alto de euforia
Que eu queria te cantar
Guardo pra mim
Deixa estar..."
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
"Era uma vez, mas eu me lembro como se fosse agora, eu queria ser trapezista. Minha paixão era o trapézio, me atirar lá do alto na certeza de que alguém segurava minhas mãos, não me deixando cair. Era lindo, mas eu morria de medo. Tinha medo de tudo, quase: cinema, parque de diversão, de circo, ciganos... aquela gente encantada que chegava e seguia. Era disso que eu tinha medo, do que não ficava pra sempre..."
Antônio Bivar
Antônio Bivar
Mais amor, por favor!
Às vezes, é necessário deixar pra trás as desavenças, esquecer tudo o que lhe fez mal. É hora de evoluir! O perdão é o primeiro passo para uma vida de alma leve e consciência limpa. É necessário, também, cultivar a benevolência. O homo-sapiens, "maior sucesso evolutivo", deve exercitar diariamente o respeito e o altruísmo, para transformar a sociedade em um ambiente mais humano. Temos que dar valor aos momentos que temos ao lado de pessoas especiais, ao que nos deixa felizes, a tudo que provoca sorrisos. Mais amor, por favor!
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
A formação do caráter dos meninos da era da tecnologia
A tarefa mais difícil do ser humano é a de educar. Formar o caráter de um cidadão vai além de dizer "não". É necessário dar limite aos jovens, mas antes disso, precisa-se ensinar que entre o bem e o mal, a linha é tênue.
Na nossa sociedade, cada vez mais, os valores estão se perdendo. Nossos meninos e meninas estão se tornando pessoas inconsequentes, imediatistas, desrespeitosas. Com suas rotinas atribuladas, não têm mais tempo para refletir, perceber que a estrada vai muito além do que se vê e que todas as suas ações tem consequências e interferem direta ou indiretamente nas vidas de todos.
São cada vez mais frequentes as manchetes, nos noticiários, que anunciam barbaridades cometidas por jovens. Falta diálogo em casa, pulso firme. O problema é que, num tempo sem tempo, os pais se distanciam cada vez mais da educação das suas crianças e, não raramente, jogam essa responsabilidade para as escolas. Mas é tarefa de casa mostrar (através do exemplo, inclusive) o que é certo e o que é errado, o que é mesmo importante e o que é supérfluo.
É tudo tanto, sempre, que nos perdemos no mar da efemeridade. Na era da tecnologia, vivemos conectados, queremos ter mais, e mais, e mais. Temos acesso a todo tipo de informação, vivemos conectados e perdemos a capacidade de apreciar o mundo. O grande desafio do século XXI é ensinar ao jovem que o que vale, nessa vida, é o que se é. Temos que agir com responsabilidade, compreender que cada um de nós é parte de um grande grupo e que deve haver respeito entre os membros de uma comunidade. Precisamos deixar de lado o egocentrismo e parar de procurar a felicidade individual, pois esta, quase sempre, vem em detrimento da alegria do outro.
Criar os filhos para o mundo: isso é tudo. Mostrar que, um dia, sairão do conforto de seus ninhos e alçarão seus próprios vôos. Sozinhos. Os pais têm que dar segurança às suas crias, para que continuem seguindo em frente, mesmo que, às vezes, o vento sopre contra. Precisam também mostrar que não é vergonha se arrepender dos erros e voltar atrás. E recomeçar. E, sobretudo, deixar claro que sempre há terra firme para um pouso que não deixará marcas negativas - no máximo algumas cicatrizes, algo típico de quem viveu.
Na nossa sociedade, cada vez mais, os valores estão se perdendo. Nossos meninos e meninas estão se tornando pessoas inconsequentes, imediatistas, desrespeitosas. Com suas rotinas atribuladas, não têm mais tempo para refletir, perceber que a estrada vai muito além do que se vê e que todas as suas ações tem consequências e interferem direta ou indiretamente nas vidas de todos.
São cada vez mais frequentes as manchetes, nos noticiários, que anunciam barbaridades cometidas por jovens. Falta diálogo em casa, pulso firme. O problema é que, num tempo sem tempo, os pais se distanciam cada vez mais da educação das suas crianças e, não raramente, jogam essa responsabilidade para as escolas. Mas é tarefa de casa mostrar (através do exemplo, inclusive) o que é certo e o que é errado, o que é mesmo importante e o que é supérfluo.
É tudo tanto, sempre, que nos perdemos no mar da efemeridade. Na era da tecnologia, vivemos conectados, queremos ter mais, e mais, e mais. Temos acesso a todo tipo de informação, vivemos conectados e perdemos a capacidade de apreciar o mundo. O grande desafio do século XXI é ensinar ao jovem que o que vale, nessa vida, é o que se é. Temos que agir com responsabilidade, compreender que cada um de nós é parte de um grande grupo e que deve haver respeito entre os membros de uma comunidade. Precisamos deixar de lado o egocentrismo e parar de procurar a felicidade individual, pois esta, quase sempre, vem em detrimento da alegria do outro.
Criar os filhos para o mundo: isso é tudo. Mostrar que, um dia, sairão do conforto de seus ninhos e alçarão seus próprios vôos. Sozinhos. Os pais têm que dar segurança às suas crias, para que continuem seguindo em frente, mesmo que, às vezes, o vento sopre contra. Precisam também mostrar que não é vergonha se arrepender dos erros e voltar atrás. E recomeçar. E, sobretudo, deixar claro que sempre há terra firme para um pouso que não deixará marcas negativas - no máximo algumas cicatrizes, algo típico de quem viveu.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Nada de Arlequim
A menina não quer ver seu Pierrot chorar... Colombina não quer o Arlequim não, senhor Noel!
Então vem, fica aqui, vamos dar um basta nessa dor. Provaremos à canção que um grande amor nem sempre sempre tem um triste fim. Nada de moça bêbada em botequim; nada de rapaz tristonho, por sentimento não correspondido. É tudo recíproco sim, seu moço! E a lágrima há de ter fim.
"Essa menina não quer mais saber de mal-me-quer!"
Então vem, fica aqui, vamos dar um basta nessa dor. Provaremos à canção que um grande amor nem sempre sempre tem um triste fim. Nada de moça bêbada em botequim; nada de rapaz tristonho, por sentimento não correspondido. É tudo recíproco sim, seu moço! E a lágrima há de ter fim.
"Essa menina não quer mais saber de mal-me-quer!"
domingo, 7 de outubro de 2012
Apesar de você...
É muito fácil gostar de alguém pelas suas qualidades, amar "por causa de". Mas o bonito, o impagável, é o amor "apesar de". Este, às vezes, requer esforço, mas a dor compensa. É aquela história de "sem por quê, sem pra quê (...) sem ser necessário entender", sabe? Quem ama de verdade, sabe que é preciso suportar todos os pesares de um relacionamento. Quando a gente ama, tenta ajudar o outro a evoluir, mas aprende também a lidar com seus defeitos. Exercitamos diariamente o respeito, a tolerância.
"Quando a gente ama, simplesmente ama, e é impossível explicar!"
"Quando a gente ama, simplesmente ama, e é impossível explicar!"
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