"(...) me chegou
Como quem chega do nada
Ele não me trouxe nada
Também nada perguntou
Mal sei como ele se chama
Mas entendo o que ele quer
Se deitou na minha cama
E me chama de mulher
Foi chegando sorrateiro
E antes que eu dissesse não
Se instalou feito um posseiro
Dentro do meu coração"
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Amálgama
Em passos trôpegos
Já quase sem fôlego
Insisto em ir
Aonde eu possa finalmente
Sorrir
Resignifico o sentimento
Sei que chegou o momento
De dar uma chance a mim
Livrar-me dos grilhões
Que me atam à dor
Reconhecer e voltar a crer
No dom do amor
Esquecer a ferida
Que, por muito tempo, tanto incomodou
Resta hoje a cicatriz
A vontade de ser feliz
E a fé inabalável
Das belas surpresas
Que o futuro reserva
A sinestesia
Amálgama medo e alegria
Por saber que no instante certeiro
Veio o mensageiro do júbilo
Que me fez regozijar
E ansiar pelo que virá
Já quase sem fôlego
Insisto em ir
Aonde eu possa finalmente
Sorrir
Resignifico o sentimento
Sei que chegou o momento
De dar uma chance a mim
Livrar-me dos grilhões
Que me atam à dor
Reconhecer e voltar a crer
No dom do amor
Esquecer a ferida
Que, por muito tempo, tanto incomodou
Resta hoje a cicatriz
A vontade de ser feliz
E a fé inabalável
Das belas surpresas
Que o futuro reserva
A sinestesia
Amálgama medo e alegria
Por saber que no instante certeiro
Veio o mensageiro do júbilo
Que me fez regozijar
E ansiar pelo que virá
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