sexta-feira, 15 de abril de 2011

To u.

I'll never forget you, cause every night, in my dreams, I see you. I love you the way you are, but I feel I lost you.

Eu já sabia... Na verdade, eu sempre soube que isso ia acontecer. Já faz mais de um ano... Você está confusa e a dúvida corrói. E eu aqui, com um nó na garganta.
E o que era plural, hoje é singular. Só, apenas. Melhores.

domingo, 10 de abril de 2011

MIL!


Obrigada. Hoje, 09/04/2011, o Eternizando em Palavras completou 1.000 visualizações! Muito, muito, muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito obrigada! Estou feliz, lisonjeada e emocionadíssima!
OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA (...) OBRIGADA!

sábado, 9 de abril de 2011

aNormal.

Era uma manhã normal. As crianças acordaram cedo, comeram algo no café da manhã (talvez nem isso) e foram à escola. Encontraram-se com seus amigos, as meninas comentaram as cenas da novela que foram exibidas no dia anterior e os meninos discutiam sobre o gol (válido ou não?) do jogo no final de semana passado. Era uma manhã normal. A professora chegara na sala e as crianças sentaram-se aos seus lugares, abriram os cadernos na página do dever. Começou a correção. Enquanto isso, em outros lugares do país, quiçá do mundo, outras centenas de estudantes seguiam suas rotinas. Alguns prestavam atenção na aula; alguns trocavam bilhetinhos; alguns dormiam; alguns reclamavam da aula chata, do tempo que parecia não passar.
Era uma manhã normal, exceto por uma coisa. Algo extraordinário, que aconteceria logo em seguida. Uma pessoa interferiria direta e brutalmente no futuro de crianças e adolescentes de uma escola em especial. Alguém que anos atrás, estudara naquele ambiente. Tudo arquitetado nos mínimos detalhes, planejado minuciosamente. Muito tempo de pesquisas, todas as pistas "apagadas". Aquele homem não era um qualquer. Era ele. Frieza. Entrou na primeira sala, no primeiro andar. Atirou. Matou. Meninas. Em seguida, entrou em outra sala e repetiu o ato. Sucedeu-se, então, uma série de assassinatos. Por fim, atirou na própria cabeça. Suicídio. Deus. Virgindade.
Era uma manhã normal, mas... Por que?
A escola fora um lugar onde se semeia sonhos. Hoje, é cenário de uma atrocidade sem tamanho. Por que? Será esse, o retrato da sociedade atual? Calculista, egocêntrica. Será?