terça-feira, 16 de setembro de 2014

"Morena, alta, dos cabelos encaracolados e de sorriso estampado... Leve, serena, alma doce, ela é poema! Amor, alegria e fé... Tá com quem ama pro que der e vier! Companheira, dedicada e protetora parece uma mulher, mas nunca esconde a menina que é. Vou te falar que teu nome é bonito, mas perde pro teu riso... Quantas cores Lorena tem? As do arco-íris? As preferidas? As prováveis? Tuas cores vão além das imagináveis."

domingo, 14 de setembro de 2014

Quem quer ficar, fica. Não há destino ou conspiração cósmica que obrigue alguém a estar ao nosso lado. Deixo que fique livre, para transitar por entre as vielas do meu ser. Clarice disse, certa vez: "perder-se também é caminho". Quem sabe, não nos encontraremos um no outro?

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

O tempo foi remédio

Gosto do jeito que ele sorri, como quem diz "ô, doidinha, te adoro!". Gosto de arrumar o cabelo dele, que cresce rápido demais e fica todo bagunçado. Aliás, ele é todo bagunçado. Confuso, bi/tri/multipolar. E eu gosto disso também. Do jeito que ele dá bom dia, quando acorda feliz. Do carinho nas entrelinhas de cada "boa noite". Gosto de quando saímos pra tomar açaí, bater papo, esquecer o resto do mundo. Gosto da certeza de ter alguém ali, por mim, sempre. Alguém com quem posso ser eu. Gosto de torcer por alguém tanto quanto torço por mim (algo raro, neste mundo tão egoísta). "É amor", me disse a Rainha. Não tenho dúvidas de que sim, é amor. Amor puro, sincero e palpável.
Gosto de tê-lo, de sentir que ele é um pouco eu - e virce-versa. A convivência prega dessas peças... Gosto de saber que tenho, ao meu lado, o melhor amigo que eu poderia. E que sou a melhor amiga que ele poderia ter também. Gosto de sentir que estamos a cada dia melhores, individualmente e de forma conjunta. Que agora, nos esforçamos para estarmos em paz um com o outro - e esse esforço já significa tanto!
Tudo se ajeitou, o tempo foi remédio. E, se continuarmos cuidando desse amor, as coisas só vão melhorar.
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia e se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."