"(...) o amor é um menino doidinho e malcriado que, quando alguém intenta refreá-lo, chora, escarapela, esperneia, escabuja, morde, belisca e incomoda mais que solto e livre; prudente é facilitar-lhe o que deseja, para que ele disso se desgoste; (...) acabar com as dificuldades e oposições, para que ele durma e muitas vezes morra. Amor é um anzol que, quando se engole, agadanha-se no coração da gente, donde, se não é com jeito destravado, por mais força que se faça, mais o maldito rasga, esburaca e se profunda."
A Moreninha