terça-feira, 29 de novembro de 2011

Eu ainda sinto, sim. Sinto mais do que deveria, até! Mas já não dói, sabe? É como se eu estivesse calejada... E, por mais que ainda haja um resquício do que foi e um tantinho de esperança, que insiste em me dizer que no futuro, tudo vai se ajeitar; eu já não acredito... Já me conformei. Se tivesse que ser, já teria sido! E não foi, não é e não será.

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