quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Querido Papai Noel,
Antes de mais nada, uma confissão: nunca deixei de acreditar no senhor. E cá estou, aos dezesseis - mais madura, mais mulher, mas ainda assim, cheia de sonhos. Hoje tenho anseios mais abstratos do que a bicicleta rosa, que ganhei há cerca de dez anos, ou a infinidade de bonecas e bichinhos de pelúcia que o senhor me deu. Sonho com a família toda reunida, com sorrisos, abraços, beijos, com a concretização daquele amor tão bonito. Sonho com o resgate do olhar puro de criança, que se perdeu no tempo. Com o reencontro com aqueles que a vida, por um motivo ou outro, tirou de mim. Mas acima de toda a nostalgia e saudade do que passou, peço força para encarar o que está por vir. Peço fé e a esperança de que há algo muito bom reservado pra mim. Que eu possa ser útil para o progresso da humanidade e esteja sempre presente nas vidas e memórias dos que me cercam. E acima de tudo, meu velho, que o meu coração siga transbordando amor!

Com carinho, da (sempre) menina.

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