Você recitou a canção com "dó". E eu, de "lá", com aquele eco dentro de mim. No seu canto, senti o pranto desesperado de alguém que não aprendeu a amar. Ainda assim, percebi encanto na sua tentativa, em vão, de me consolar, de se desculpar e me des-culpar. O refrão se repetia. O "sol" já não brilhava pra nós. E o concerto continua. Será que tem conserto?
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