
A Menina que Roubava Livros (The Book Thief) é um romance do escritor Markus Suzak. Sendo narrada pela morte, o livro conta a história de Liesel Meminger, uma garota que se encontrou com a narradora diversas vezes ao longo de sua vida e foi observada pela curiosa colhedora de almas. Vivendo na Alemanha nazista, Liesel enfrenta vários desafios. Liesel presenciou a morte do seu irmão, e logo após o episódio foi viver com os Hubberman, uma família que a menina até então não conhecia. O livro tem uma história fascinante. Na "orelha" do livro, diz-se assim: "Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a Própria, de tão impressionada, decidisse nos contar a sua história. [...] A Menina que Roubava Livros é [...] uma tentativa [...] de provar que você e a sua existência humana valem a pena."
Ficou interessado? Para atiçar ainda mais a sua curiosidade, vou postar alguns trechos do livro abaixo. E, só um aviso: "Quando a Morte narra uma história, você deve parar para ler."
"Acho que os seres humanos gostam de assistir a uma destruiçãozinha. Castelos de areia, castelo de cartas, é por aí que começam."
"Quer saber a minha verdadeira aparênca? Eu ajudo. Procure um espelho enquanto eu continuo."
"Nunca mais tornaria a lhe pedir seus lábios."
"Posso lhe jurar que o mundo é uma fábrica. O sol a movimenta,os humanos a dirigem."
"A menina não o produzia com freqüência, mas quando ele surgia, seu sorriso era faminto."
"Um não podia existir sem o outro, porque para ela eles eram uma coisa só."
"Uma oportunidade conduz diretamente a outra, assim como o risco leva a mais risco, a vida, a mais vida, e a morte, a mais morte."
"Eu paro de me escutar, porque, para dizê-lo curto e grosso, eu canso a mim mesma."
"A lágrima era feita de amizade, secou, e se tornou uma semente. A menina plantou essa semente entre as outras árvores. Regou-a todos os dias."
"Não quero ter esperança de mais nada."
"Estão vendo o arranhão dentro de mim? Estão vendo ele crescer bem diante dos seus olhos, me corroendo?"
"Ela roubava livros,ele roubava as estrelas."
"Não tenho muito interesse em construir mistérios. O mistério me entedia. Dá trabalho."
"Apenas andavam de mãos dadas e escutavam o som de seus passos."
"Não ouvi meus conselhos."
"Afinal, é covardia reconhecer o medo?"
"Está aí uma coisa que nunca saberei nem compreenderei - do que os humanos são capazes."
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